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terça-feira, 6 de maio de 2014

Imagens do Intercâmbio de experiências do Cariri




































Intercâmbio de experiências -Região do Cariri




Por Thiago Ramalho – Comunicador popular pela Obas
Nos dia 29 e 30 de abril a Obas – Organização Barreira Amigos Solidários, realizou uma visita de intercâmbio intermunicipal entre agricultores e agricultoras familiares para multiplicação de experiências na região do Cariri cearense, com beneficiários P1+2 BNB das cidades de Granjeiro e Altaneira. Contamos com a parceria do Instituto Elo Amigo de Iguatu que nos apresentou suas experiências e os quintais produtivos dos agricultores e agricultoras acompanhados pela a instituição na região.
Na tarde do dia 29, os participantes fomos conhecer algumas implementações de Cisternas Calçadão na cidade de Cariús, na comunidade Riacho do Meio, distante 47 km da sede do município. Lá visitamos o quintal de seu Emidio e Dona Francisca onde os participantes  conheceram a história da família e os benefícios com a cisterna e as tecnologias implantadas para a produção dos alimentos. Fomos acompanhados pelo animador de campo do Instituto Elo amigo, Jardel. Vimos também uma Cisterna de Enxurrada, canteiro econômico e o quintal da dona Hosana que é agente de saúde da comunidade que aproveitou seu quintal para produzir além de seus alimentos ervas fitoterápicas .
Já no dia 30, visitamos a sede do Instituto Elo Amigo na cidade de Iguatu onde nossos agricultores e agricultoras conheceram a equipe da instituição e visitaram uma Exposição Fotográfica intitulada  “Construindo Uma Nova História”, do fotógrafo e comunicador do Elo Amigo, Ricardo Azevedo, que retrata a beleza e a diversidade do Semiárido. Após conhecermos o Elo Amigo fomos acompanhado pelo animador de campo do instituto João Ricardo que nos levou para a comunidade de Caldeirão dos Rufinos na cidade de Quixelô.  Lá vimos a experiência do Adriano, um jovem de 23 anos que tinha sido beneficiado com uma cisterna de enxurrada. Os agricultores ficaram bem animados com a experiência do jovem que mostrou o seu quintal e trocaram muitas informações sobre o manejo e as tecnologias que ele desenvolve lá, observaram micro aspersores, coberturas mortas para os canteiros, produção de adubo, galinheiro e etc. Os nossos agricultores também conheceram outas tecnologias  como por exemplo um Barreiro Trincheiro.
Mais uma vez os intercâmbios comprovam que as experiências, quando conhecidas in loco, trazem resultados bastante significativos. “A gente fica observando o trabalho dos outro pra poder fazer melhor nos nossos”, comentaram os participantes.

    

Rotas expõem diversidade da Caravana Agroecológica do Ceará

Karol Dias, Ricardo Wagner, Alexandre Greco* e Ademir Ligório** 
Itapipoca | CE 05/05/2014 

 “E assim já ninguém chora mais ninguém tira o pão de ninguém chão onde pisava o boi é feijão e arroz, capim já não convém”. Zé Pinto Durante os dias 28, 29 e 30 de abril agricultores e agricultoras cearenses estiveram reunidos na Caravana Agroecológica e Cultural do Ceará para debater sobre o impacto dos grandes projetos – como as eólicas, especulação imobiliária, dentre outros - no Território Vales do Curu e Aracatiaçu, e para animar a temática da Agroecologia. As cores tomaram conta de Itapipoca, cidade sede do evento, de onde os participantes saíram na manhã do dia 29 rumo às rotas Nazaré Flor, Manoel Veríssimo, Mazinha e Povos Tremembé: um dia repleto de conhecimento das experiências agroecológicas e das lutas que foram e são travadas no Território. 

 Rota Nazaré Flor 
As/os participantes da Rota Nazaré Flor visitaram o Assentamento Maceió, no litoral de Itapipoca, e conheceram a história de luta e resistência na defesa do direito legítimo à terra, contada por suas lideranças locais. Numa roda de diálogo estas/es explicaram que a primeira luta foi contra as injustas condições de trabalho impostas pelos patrões e “donos” da terra. A desapropriação da área foi conquistada na década de 1980, entretanto, desde o início dos anos 2000, os trabalhadores/as lutam contra a especulação imobiliária e mais recentemente contra a tentativa da instalação de torres para gerar energia eólica, que ameaçam sua permanência e sobrevivência no local. “Eu costumo ‘brincar’ que a terra é nossa mãe e nosso pai é o mar, se a gente perde um dos dois, a gente fica órfão de um ou de outro”, esclarece Graça Ana. O encerramento desse dia de visita foi à sombra de árvores com apresentações musicais e teatrais de jovens e crianças assentadas que participavam, em simultâneo a Rota, de atividades de educação ambiental realizadas pelo projeto Florestação. 

Rota Manoel Veríssimo 
Sob um céu nublado, a rota Manoel Veríssimo partiu cedinho para o município de Trairi. Tivemos a oportunidade de conhecer a associação de produtores de algas de Flecheiras e Guajirú – APAFG, que nos contou toda a trajetória de luta e permanência na terra, que desde a década de 1970 sofre com a especulação imobiliária e que agora enfrenta novas ameaças através dos parques eólicos. “Enquanto a gente não se reconhecer no que é nosso, a gente abre espaço para os outros fazerem o que quiser”. Seu Edvan – pescador artesanal e alginocultor. A visita teve a colaboração da Rosinha (Terramar) que de forma bem dinâmica nos contou a história do lugar e os impactos que sofre, interligando com outras microrregiões. Seu Edvan e dona Martinha, pescadores artesanais e pessoas com bastante conhecimento da realidade local, apontaram que os impactos que a pesca predatória e a destruição dos bancos de algas têm afetado tanto o ecossistema quanto a economia local. A associação, em parceria com organizações sociais, tem discutido e promovido ações que envolvem a comunidade, incluindo crianças e jovens sobre a importância de se permanecer no lugar, de se reconhecer parte do meio ambiente. Hoje, a comunidade beneficia as algas utilizadas em alimentos e cosméticos, além de artesanatos cuja matéria-prima é escamas de peixes e pedriscos. O debate prosseguiu com o tema das torres eólicas, apresentando dados alarmantes de salinização e aterramento do lençol freático da região num espaço curto de tempo: pouco mais de 3 anos após a instalação dos parques eólicos. Esse tipo de empreendimento tem se instalado na região sem apresentar de fato os impactos causados aos ecossistemas, ludibriando a população. Prosseguiu-se em caravana até o Assentamento Várzea do Mundaú, também em Trairi. A acolhida não poderia ser diferente: comida deliciosa preparada com produtos agroecológicos dos quintais produtivos. Pôde-se conhecer ainda a casa digital, que é administrada por jovens do assentamento, que ampliam os conhecimentos da comunidade em informática. Como previsto na rota, houve visita a uma fazenda de carcinicultura para observar os impactos negativos trazidos por essa prática, que tem destruído o rio Mundaú e o manguezal. O que não estava previsto e que trouxe uma profunda tristeza foi que, no exato momento da visita ao rio, soube-se da morte de um agricultor local, seu Valdenor, de 48 anos, casado, pai de 3 filhos, que era funcionário da fazenda e que foi vitimado pelos produtos químicos utilizados na produção desses camarões. A juventude local havia preparado uma apresentação cultural, mas diante dos acontecimentos, foi cancelada.  
Povo Tremembé 
A rota Maria Amélia, uma das rotas da Caravana Agroecológica e Cultural do Ceará, aconteceu no Território Vales do Curu e Aracatiaçu e se propôs a conhecer uma fração da realidade da aldeia Tremembé, vendo e ouvindo um pouco das ameaças que a aldeia sofre com a iminência dos grandes projetos e a resistência, através da cultura e da agroecologia. A rota contou com diversos agricultores, maioria oriunda de cidades do Sertão Central, como Senador Pompeu de Dôra. O grupo foi recebido pela índia Adriana, que sob a sombra da casa de farinha da aldeia falou das dificuldades da luta indígena, do preconceito com sua cultura, dos vizinhos brancos que proíbem a entrada de índios na igreja local. Adriana parecia conjugar tudo no passado, mas um passado longínquo, daqueles passados de livros de história onde o homem branco queria catequizar os índios e puniam, escravizavam e dizimavam as culturas que foram contra a conversão a um pensamento tão diferente do seu. Adriana falava de como era difícil o homem “branco” aceitar a diferença. O passado era um presente gritando no chocalho que acompanhava o Torém. “Lá dentro do nosso roçado planta roça e o algodão Vamos trabalhar é livre lá dentro do nosso roçado.” Na aldeia o grupo pôde conhecer o manguezal, viram animais e plantas nativas, alguns se juntaram aos índios e conseguiram caçar alguns caranguejos que, em breve, ajudariam a rechear ainda mais o almoço servido na escola indígena Brolhos da Terra, onde o grupo seria recebido por alunos e professores. Brolhos da Terra é uma das poucas escolas indígenas que existem no estado e percebe-se uma diferença na educação, que abrange além da grade convencional, algumas temáticas indígenas que reforçam o vínculo com a terra, a cultura e a ancestralidade que Adriana reitera: “acreditamos na força dos nossos ancestrais, nós os ouvimos e sentimos sua força espiritual”. O mar do peixe do almoço era a Baleia, uma curta faixa litorânea de beleza particular, deixou nos olhos sertanejos uma imensidão que fez Dôra, que nunca viu o mar, demorar alguns segundos para entender que ali, onde ela experimentaria o mar de algas e águas salgadas, que lambia os pés e puxava o corpo, era o mar que provia o peixe do índio e despertava o desejo dos empresários; que águas eram aquelas que despertavam tantos interesses? Talvez por isso Dôra se atirou no mar com roupa e tudo, e riu aquele riso solto de criança que descobre sabores. Soubemos, naquele momento, que viramos, durante algumas horas, índios Tremembé! E que a agroecologia esta além do manejo da terra, quem sabe além da produção orgânica, mas estava ali, na resistência, no pertencimento, na ancestralidade e naquela ponta de esperança salgada que vinha do mar. Ao fim do banho fomos todos, índios, sertanejos e brancos de volta pra casa, caladinhos, no início da noite, compartilhando o pau de arara, cientes que levamos e deixamos algo nessa troca de experiências e que é preciso reforçar a harmonia entre as diferenças. 

Rota Mazinha 
A rota Mazinha viveu a experiência de visitar três comunidades bem próximas e com realidades totalmente diferentes. A primeira parada foi na comunidade Raposa do Trilho, a 15 Km do município de Itapipoca, lugar marcado pela humildade de um povo sofrido e de um sorriso contagioso. Na comunidade existem 17 famílias morando todas em casa de taipa, sem banheiro e sem qualquer condição adequada de vida. Mas isso não impede de abrirem um sorriso contagiante para receber o grupo visitante, mesmo passando por diversas dificuldades durante todo o ano, como falta de água para consumo, falta de terra para plantarem. Dona Vanda, líder da comunidade, num tom de tristeza afirma: “essa terra não é nossa, e os donos estão querendo tomar de volta, não temos terra pra plantar, quando conseguimos algum pedaço com algum fazendeiro, ele cobra uma renda do que produzimos no roçado.” Após essa conversa e visita a algumas famílias, fomos convidados a caminhar pela caatinga em estreitas veredas até chegar a um dos maiores bens naturais da comunidade: tanques naturais de pedra com uma beleza exuberante que só a natureza é capaz de construir. Esses tanques naturais dão as mínimas e essenciais condições para a comunidade sobreviver, pois grande parte da água consumida pelas famílias é retirada desses tanques. Deixamos a comunidade refletindo que cuidar da terra, alimentar a saúde e cultivar o futuro poderia ser uma ferramenta para mudar aquela realidade. Seguindo a viagem, chegou-se à comunidade de Caldeirões II. Lá havia uma realidade diferente: casas mais estruturadas. Após um gostoso lanche oferecido pela família do seu Pessoa, visitou-se várias tecnologias sociais de convivência com o Semiárido, como: tanque de pedra, barreiro-trincheira, cisterna-enxurrada e um quintal com uma grande diversidade produtiva. Após essa experiência a visita seguiu até a comunidade de Lagoa do Juá, onde o povo acolheu com um cântico de boas-vindas. Na comunidade discutiu-se sobre o tema do III ENA, e a senhora Mazinha, com um sorriso no rosto, apresentou a força da mulher na construção agroecológica daquela comunidade e na luta para vencer os desafios existentes, sendo um deles a retirada de forma desordenada da areia do rio que corta a comunidade. Essa ação está gerando um grande problema ambiental, pois não é mais possível encontrar água de boa qualidade no rio. Seguindo pela a comunidade Lagoa do Juá até a casa de Mazinha, ela apresentou sua Cisterna-Calçadão com um quintal bem diversificado. Já no final da tarde, com o sol timidamente se escondendo por trás das serras, todos voltaram à cidade dos três climas como um aspecto de missão comprida e de novos conhecimentos vivenciados.
* Comunicadores Populares da ASA ** Técnico do Cetra 
(Texto publicado no site www.asabrasil.org.br)

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Caravana Agroecológica e Cultural do Ceará - Rota Manoel Veríssimo 1

Manoel Veríssimo foi um agricultor que lutou pela terra, pela reforma agrária, por políticas públicas para o desenvolvimento rural e por justiça no campo. Defendendo a terra em que vivia com outras dezenas de famílias, seu Manoel Veríssimo, aos 79 anos, foi assassinado durante conflito pela terra das comunidades Vieira dos Carlos, Várzea do Mundaú, Jandaíra e Salgado do Nicolau, município de Trairi, em 9 de junho de 1986. Manoel Veríssimo dará nome a rota Vidas pela Terra, que percorrerá o Assentamento Várzea do Mundaú.
(Texto extraído do caderno da programação da Caravana Agroecológica e Cultural do Ceará).

Foto: Seu Severino (chapéu preto) é pai do Manoel Veríssimo.

Edital de seleção - Comunicador/a popular

EDITAL DE SELEÇÃO


A Obas – Organização Barreira Amigos Solidários, é uma organização não-governamental que desenvolve, há treze anos, ações propositivas de convivência com o semiárido, favorecendo a luta pela universalização e acesso à água de qualidade, a preservação ambiental – em especial o bioma caatinga, promovendo os direitos humanos em especial os das mulheres e homens da agricultura familiar. Destaca-se no âmbito da conservação da água, mobilizando a sociedade para uma ampla discussão sobre seu manejo e sua preservação, capacitando seu público para gestão de recursos hídricos e construção de tecnologias sociais de captação de água de chuva.
Inicialmente atuamos como Unidade Executora Local – UEL do P1MC – Projeto 1 Milhão de Cisternas e atualmente como Unidade Gestora do Programa de Formação e Mobilização Social para Convivência com o Semiárido: Segurança e Soberania Alimentar através do Manejo sustentável da Terra e das Águas – P1+2 “ Uma Terra e Duas Águas”, com a construção de cisternas-calçadão, tanques de pedra, barragens subterrâneas, e acompanhamento técnico das áreas produtivas.
Outras Atividades desenvolvidas: Semana das Águas; Projeto Ceará (construção de cisternas de placas); em parceria com a ETICA Italiana; Programa de Cisternas 1ª e 2ª água em parceria com o Banco do Nordeste, Ministério do Desenvolvimento Social, Fundação Banco do Brasil, Petrobrás; Programa de Cisternas em parceria com o Governo do Estado do Ceará; Integrante da Comissão do PAC – Plano de Ações de Convivência com a Seca, desenvolve projetos de qualificação social e profissional de jovens com os projetos do Ministério do Trabalho: Pro Jovem Trabalhador e da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social: Primeiro Passo, entre outros.
Nossa organização faz parte da coordenação do Fórum Cearense Pela Vida no Semiárido -FCVSA, que  junto com a ASA – Articulação do SemiÁrido, atua possibilitando as vivências e estratégias de luta e organização social por um semiárido mais justo e solidário.
E com o propósito de ampliar e qualificar suas ações, a Obas lança o processo seletivo para contratação de 01 um(a) Comunicador(a) Popular.

a)   Requisitos
§   Identificação com a missão e os objetivos da instituição, resguardando os interesses da mesma;
§   Facilidade e /ou interesse em trabalhar com comunicação popular e/ou comunitária, comunicação em rede;
§   Facilidade para escrever texto e fotografar;
§   Domínio do pacote Office, Internet, incluindo redes sociais;
§   Habilidade para o diálogo com público interno e externo;
§   Capacidade para trabalhar em equipe;
§   Disponibilidade para viagens;
§   Disponibilidade para participar de momentos de formação;
§   Carteira Nacional de Habilitação (carro e/ou moto);
§   Disponibilidade integral para o trabalho, inclusive nos finais de semana quando necessário;
§   Disponibilidade para viajar para os territórios de atuação, como também para atividades noutros municípios e até estados.
b) Desejável
§  Experiência com comunicação popular/comunitária/rede;
§  Experiência em organizações da sociedade civil, movimentos sociais, redes;
§  Experiência com trabalhos de mobilização popular;
§  Capacidade de dialogar sobre a temática da comunicação com diferentes grupos nos espaços da organização;
§  Curso superior completo ou em andamento na área de comunicação/jornalismo ou pedagogia;
§  Conhecimento em ferramentas de edição gráfica: CorelDraw e Photoshop
§  Interesse em temas relacionados a convivência com o Semiárido, como cidadania, gênero, agricultura familiar, agroecologia, entre outros.

c)    Atribuições
§   Animar os processos de comunicação no território de atuação da entidade;
§   Contribuir com a formulação de estratégias de comunicação em rede na ASA estadual e na ASA Brasil;
§   Trabalhar com organizações sociais;
§   Participar e contribuir com as reuniões de planejamento, monitoramento e avaliação promovidos pela instituição;
§   Contribuir com o debate político da comunicação comunitária e popular;
§   Sistematizar experiências de convivência com o Semiárido;
§   Produzir textos e matérias para os diversos veículos de comunicação da ASA;
§   Propor e acompanhar a elaboração de materiais de comunicação da organização a qual está vinculado/a e da ASA estadual;
§   Trabalhar na cobertura de eventos promovidos pela ASA ou do interesse da entidade;
§   Acompanhar, contribuir e elaborar instrumentos de comunicação sobre as ações do Programa de Formação e Mobilização para a Convivência com o Semiárido Brasileiro;
§   Contribuir nos processos de formação de lideranças.


SALÁRIO/CARGA HORÁRIA


- Jornada de trabalho de ate 44 horas semanais;
- Contrato de experiência de 90 dias. Após este período, contrato por tempo indeterminado;
- Salário a combinar.

PROCESSO SELETIVO

Será dividido em duas fases:
1 – Recebimento de Currículos - Os currículos deverão ser encaminhados como anexos para o e-mail: obas_ong@yahoo.com.br com cópia para alailsonobas@gmail.com devendo ser comprovada a experiência profissional que consta no texto da mensagem o nome completo do(a) candidato(a), informar se tem Habilitação para condução de veiculo automotor, e o cargo para o qual está concorrendo.

2 – Entrevistas - Somente os(as) candidatos(as) que tiverem seu currículo pré-selecionado, serão chamados(as) para a entrevista, que serão realizadas na sede da OBAS, no endereço: Av. Mãe Sinforosa, 252 – Bairro: Centro – Barreira/Ce.

CALENDÁRIO/PRAZOS


- Recebimento de Currículos: até 07 de maio de 2014;
- Seleção dos currículos: 08 de maio de 2014;
- Publicação: 09 de maio de 2014;
- Entrevistas: 12 de maio de 2014;
- Resultado Final: 13 de maio de 2014;
- Inicio do trabalho: Imediato (após a comunicação do resultado)

INFORMAÇÕES


Através dos telefones: (85) 3331-1611 / 91010470, email: obas_ ong@yahoo.com.br



Barreira/Ce, 28 de abril de 2014.

Regina Kílvia Rodrigues Nogueira Saldanha

Coordenadora da OBAS